Descortinar a metáfora de José do Egito implica, antes, o rompimento de uma ótica ingênua impregnada em nossas cabeças por uma formação domesticadora. Portanto, a hermenêutica aqui desenvolvida parte de uma reflexão crítica, propondo furar o véu das palavras e apresentar a relação dominado/dominador implícita nos sonhos de José.
quinta-feira, 7 de junho de 2012
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